Geriatria · Rio de Janeiro

Acompanhamento de dores crônicas no Rio de Janeiro

Dr. Henrique Abreu, médico geriatra

Avaliação individualizada da dor persistente em pessoas idosas, com atenção à mobilidade, aos medicamentos em uso, à autonomia e à qualidade de vida.

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Consultas em consultório e atendimento domiciliar conforme disponibilidade.

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Entenda a condição

O que é dor crônica?

A dor crônica é aquela que persiste ou retorna por mais de três meses. Pode ocorrer de forma contínua ou intermitente e afetar o sono, a disposição, os movimentos e as atividades cotidianas.

Na pessoa idosa, a investigação considera também doenças associadas, uso de medicamentos, risco de quedas e impactos sobre a independência.

Dor persistente não deve ser considerada parte inevitável do envelhecimento. Mesmo quando não é possível eliminar totalmente a dor, a avaliação pode orientar estratégias para reduzir seu impacto no dia a dia.
Possíveis causas

Doenças articulares, alterações da coluna, neuropatias e sequelas de lesões são alguns exemplos.

Abordagem ampla

O cuidado pode envolver diferentes profissionais e intervenções conforme a causa da dor.

Quando investigar

Quais sinais indicam que a dor precisa de avaliação?

Além da duração, é importante observar como a dor interfere na rotina e se existem outros sintomas associados.

01

Dor persistente ou recorrente

Desconforto que dura meses, retorna frequentemente ou continua apesar de medidas iniciais.

02

Limitação de movimentos

Dificuldade para caminhar, subir escadas, vestir-se ou realizar tarefas habituais.

03

Queimação, formigamento ou choques

Sensações que podem indicar participação dos nervos e merecem investigação.

04

Sono prejudicado

Dor que interfere no descanso e contribui para cansaço e piora do bem-estar.

05

Alterações no humor e isolamento

Redução da participação em atividades sociais, irritabilidade ou desânimo associados à dor.

06

Uso frequente de analgésicos

Necessidade constante de medicamentos para aliviar a dor, especialmente sem revisão médica.

Atenção: dor súbita muito intensa, dor no peito, perda súbita de força ou sensibilidade, febre acompanhada de piora importante ou alterações urinárias/intestinais novas exigem avaliação médica urgente.

Avaliação médica

Como é investigada a dor crônica?

A avaliação procura compreender a origem da dor e seu impacto na saúde geral, considerando que diferentes fatores podem contribuir para o quadro.

01

Histórico e características da dor

Investigação de localização, intensidade, duração, situações que pioram ou aliviam e impacto na rotina.

02

Exame físico e avaliação global

Observação da mobilidade, das articulações, do equilíbrio, das doenças associadas e dos medicamentos.

03

Exames e encaminhamentos

Exames complementares ou avaliação de outros especialistas podem ser indicados de acordo com a suspeita clínica, não sendo necessários em todos os casos.

Cuidado individualizado

Tratamento e acompanhamento das dores crônicas

O cuidado depende da causa e das necessidades de cada pessoa. O objetivo é aliviar sintomas quando possível, melhorar a funcionalidade e reduzir o impacto da dor no cotidiano.

Revisão e uso seguro de medicamentos

Avaliação de benefícios, efeitos adversos e possíveis interações, especialmente quando o paciente utiliza vários medicamentos.

Movimento e reabilitação

Fisioterapia, exercícios adaptados e outras estratégias não medicamentosas podem contribuir para a mobilidade e a autonomia.

Sono, humor e saúde geral

O plano pode considerar descanso, saúde emocional, doenças associadas e hábitos que influenciam a percepção da dor.

Equipe multidisciplinar

Conforme a necessidade, o geriatra pode integrar o cuidado com fisioterapeutas, reumatologistas, profissionais de dor e outras especialidades.

Importante: evite iniciar, aumentar ou interromper analgésicos e anti-inflamatórios por conta própria. Em idosos, esses medicamentos podem apresentar riscos relevantes.
Dr. Henrique Abreu, médico geriatra

Conheça o médico

Um olhar integral para quem convive com dor persistente

O Dr. Henrique Abreu realiza acompanhamento geriátrico com atenção à saúde global, ao impacto da dor nas atividades diárias e ao uso seguro de medicamentos.

Sua atuação considera a funcionalidade, as condições associadas e as necessidades dos pacientes e familiares, com encaminhamentos e cuidado integrado quando indicados.

Dr. Henrique Abreu · Médico geriatra · CRM-RJ 52.0109394-0

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O que dizem pacientes e familiares

★★★★★
5,0 · Mais de 200 avaliações no Google
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“Ontem tivemos uma experiência muito boa, agendei uma consulta com o Dr.henrique Abreu para meu esposo e gostamos muito,um profissional muito bem preparado fez uma consulta com calma, tranquila,passou vários exames para verificar como está a saúde dele. Excelente profissional.”
Elisabete Figueiredo · Avaliação no Google
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“Excelente profissional, tranquilo, passa muita segurança sobre o que faz! Agradeço a paciência, carinho e dedicação com minha mãe!”
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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre dores crônicas

Informações para pacientes e familiares sobre avaliação e acompanhamento da dor persistente.

Quando uma dor é considerada crônica?

Em geral, quando persiste ou retorna por mais de três meses. A duração é importante, mas o impacto no cotidiano e os sintomas associados também devem ser avaliados.

Dor crônica é normal na terceira idade?

Não. A dor pode ser frequente em algumas condições relacionadas ao envelhecimento, mas não deve ser considerada inevitável nem ignorada.

Quais são as causas mais comuns de dor persistente?

Alterações articulares e da coluna, neuropatias, doenças inflamatórias, lesões antigas e outros problemas podem causar dor. A investigação individual ajuda a identificar possíveis causas.

O tratamento depende apenas de medicamentos?

Não. Dependendo do caso, pode envolver medidas medicamentosas e não medicamentosas, fisioterapia, atividade física orientada e acompanhamento de outras especialidades.

O Dr. Henrique realiza atendimento domiciliar?

Sim, há atendimento em domicílio em regiões do Rio de Janeiro, conforme disponibilidade. Saiba mais sobre o atendimento domiciliar.